Ópera Porto


12 de Fevereiro 2026
PORTO CASA DA MÚSICA

Apresentamos Il Trovatore, de Giuseppe Verdi, numa intensa versão de concerto que coloca a música e as vozes no centro absoluto da experiência. Sem cenários ou encenação, esta leitura expõe de forma intima e direta a força dramática e a exigência vocal de uma das óperas mais apaixonadas do repertório operático.
Não é por acaso que alguém afirmou — numa frase tornada lendária na história da ópera ora atribuída a Caruso ora a Toscanini — que para cantar Il Trovatore seriam precisos os quatro melhores cantores do mundo. A obra impõe desafios extremos aos seus quatro solistas principais: Leonora, Manrico, Azucena e o Conde de Luna exigem extensão vocal, resistência, domínio técnico e uma expressividade rara.
Encontrar hoje vozes capazes de enfrentar estes papéis com segurança e grandeza artística é uma tarefa excecional. Este concerto celebra precisamente esse encontro raro, oferecendo ao público uma interpretação que honra plenamente a ambição musical e dramática de Verdi.
Historic Recording 1988
Historic Recording 1988
Historic Recording 1988
Historic Recording 1978

Cristiana Oliveira, soprano portuguesa de projeção internacional, é laureada com vários prémios e dona de uma carreira de prestígio. Tem dado vida a algumas das mais exigentes heroínas da ópera, com destaque para Aida, Leonora, Luisa Miller, Leonora de Vargas e Alice Ford, nas obras de Verdi — incluindo o Requiem —, assim como Tosca e Cio
Cristiana Oliveira, soprano portuguesa de projeção internacional, é laureada com vários prémios e dona de uma carreira de prestígio. Tem dado vida a algumas das mais exigentes heroínas da ópera, com destaque para Aida, Leonora, Luisa Miller, Leonora de Vargas e Alice Ford, nas obras de Verdi — incluindo o Requiem —, assim como Tosca e Cio-Cio-San, de Puccini, e Maddalena, em Andrea Chénier de Giordano.
Tem-se apresentado regularmente em vários teatros como a Ópera de Colónia, o Felsentreitschule de Salzburgo, Badisches Staatstheater Karlsruhe, Staatstheater Wiesbaden, Innsbruck Opera, Teatro Massimo Bellini, Teatro Real, Bühnen Bern, Teatro Nacional de São Carlos, Staatstheater Braunschweig arena, Finnish National Opera, entre vários outros.
Na próxima temporada 2025/2026, estrear-se-á no Staatstheater Hannover nos papéis de Desdemona (Otello, Verdi) e Tosca (Puccini). Regressará ainda a Innsbruck como Cio-Cio-San (Madama Butterfly) e Leonora (Il Trovatore).

Carlos Cardoso estreia-se na Ópera do Teatro Nacional de Praga na temporada 2023/24 no papel de Don José (Carmen). Nascido em Tarouquela, Portugal, estudou canto com o tenor Paulo Ferreira na Escola Profissional de Artes da Beira Interior. Foi membro do estúdio de ópera do Teatro São Carlos, em Lisboa, e, de 2011 a 2013, da Academia do Te
Carlos Cardoso estreia-se na Ópera do Teatro Nacional de Praga na temporada 2023/24 no papel de Don José (Carmen). Nascido em Tarouquela, Portugal, estudou canto com o tenor Paulo Ferreira na Escola Profissional de Artes da Beira Interior. Foi membro do estúdio de ópera do Teatro São Carlos, em Lisboa, e, de 2011 a 2013, da Academia do Teatro alla Scala, em Milão, onde interpretou, entre outros, o papel de Don Ramiro em La Cenerentola. Desde a temporada 2017/18 faz parte do conjunto do Aalto Theatre Essen, onde cantou Duque de Mântua (Rigoletto), Ismaele (Nabucco), Alfredo (La traviata), Rodolfo (Luisa Miller), Don José (Carmen), Rodolfo (La bohème), Pinkerton (Madama Butterfly), Narraboth (Salome), Edgardo (Lucia di Lammermoor), Riccardo (Un ballo in maschera), Adorno (Simon Boccanegra) e Pollione (Norma). Atuou no Festival de Ópera Rossini em Bad Wildbad, Gran Teatre del Liceu, Barcelona, Teatro Verdi di Busseto, La Monnaie, Bruxelas, Landestheater Salzburg, Teatro São Carlo em Lisboa, Stadttheater Klagenfurt, Ópera Nacional da Lituânia, Vilnius e Teatro Verdi di Trieste, entre outros.

André Baleiro é o vencedor do 17º Concurso Internacional Robert Schumann (Zwickau, 2016), do 9º Concurso de Canto Lírico da Fundação Rotária Portuguesa (Lisboa, 2016), do Prémio Most Promising Talent do prestigiadoConcurso Internacional DAS LIED (Heidelberg, 2017), bem como do Concurso SWR Young Opera Stars (Kaiserslautern, 2019). Foi gal
André Baleiro é o vencedor do 17º Concurso Internacional Robert Schumann (Zwickau, 2016), do 9º Concurso de Canto Lírico da Fundação Rotária Portuguesa (Lisboa, 2016), do Prémio Most Promising Talent do prestigiadoConcurso Internacional DAS LIED (Heidelberg, 2017), bem como do Concurso SWR Young Opera Stars (Kaiserslautern, 2019). Foi galardoado com os 2os Prémios no Concurso Internacional de Lied Helmut Deutsch (Viena, 2021), e no Concurso Internacional de Música de Câmara Schubert e a Música Moderna(Graz, 2022).
No palco operático tem-se destacado com as suas interpretações de PELLÉAS (Pelléas et Mélisande, Debussy), VALENTIN (Faust, Gounod), FORD (Falstaff, Verdi), ORPHÉE (Philip Glass), TARQUINIUS (The rape of Lucrecia) e NED KEEN (Peter Grimes) de Britten, e FIGARO (Il barbiere di Siviglia, Rossini) em salas como o Teatro Nacional de S. Carlos, a Fundação Gulbenkian e o Centro Cultural de Belém em Lisboa, a Kammeroper de Munique, o Teatro Pérez Galdós em Las Palmas, o Theater Trier na Alemanha, e a Ópera de Wroclaw na Polónia.
Do seu vasto repertório de concerto são de salientar as Vespro della Beata Vergine de Monteverdi, as Paixões de J. S. Bach, oratórias de Händel, Missas de Mozart e Dvorak, L’enfance du Christ de Berlioz, a Cantata Dona nobis pacem de Vaughan Williams, os Requiems de Fauré, Duruflé e Brahms, Don Quichotte à Dulcinée de Ravel, os Gurrelieder de Schönberg, os Carmina Burana de Orff e os Lieder eines fahrenden Gesellen de Mahler.
Tem colaborado com os maestros Michel Corboz, Stefan Blunier, Frédéric Chaslin, Graeme Jenkins, Antonio Pirolli, Joana Carneiro, Nabil Shehata, Lorenzo Viotti, Dinis Sousa, Nuno Coelho, Peter Dijkstra e Jonathan Bloxham.
Apresenta-se regularmente em recital com diversos pianistas, interpretando um repertório de grande variedade de línguas, estilos e épocas, sendo de destacar as colaborações de longa data com o maestro João Paulo Santos e o pianista David Santos. A música vocal moderna e contemporânea constitui igualmente um seu especial foco de interesse, tendo cooperado por diversas vezes no projeto Liederwerkstattliderado por Axel Bauni no Festival Kissinger Sommer na Alemanha, onde estreou novas obras para canto e piano de compositores como Steffen Schleiermacher, Manfred Trojahn e Luca Lombardi.
André Baleiro estudou Canto na Universidade das Artes (UdK) em Berlim com o barítono Siegfried Lorenz e aprofundou o seu conhecimento do repertório de Lied com Eric Schneider. Frequentou masterclasses com cantores consagrados como Tom Krause, Ian Bostridge, Lorenzo Regazzo e José van Dam.
Atualmente prossegue o seu aperfeiçoamento técnico e artístico com a professora Snežana Stamenković. Em 2025, André Baleiro interpretou a parte de barítono no War Requiem de Britten, bem como o Fausto nas Szenen aus Goethes Faust de Schumann no Teatro Camões em Lisboa. Interpretou também o papel de Miller em Luisa Miller de Verdi no Teatro de Luzern (Suíça).
De futuro estão previstos recitais de canção no Auditório de Espinho, no Centro Cultural de Belém, no Festival Internacional de Música de Marvão, e no Festival de Alcobaça com o ciclo de canções Des Knaben Wunderhornde Gustav Mahler.

Cátia Moreso estudou no Conservatório Nacional de Lisboa e na Guildhall School of Music and Drama, em Londres, onde obteve a licenciatura em canto e o grau de Mestre(Curso de Ópera). O seu repertório operático inclui, entre outros, os seguintes papéis: Azucena em Il Trovatore (TNSC), Carmen (Operafest), Santuzza em Cavalleria Rusticana, E
Cátia Moreso estudou no Conservatório Nacional de Lisboa e na Guildhall School of Music and Drama, em Londres, onde obteve a licenciatura em canto e o grau de Mestre(Curso de Ópera). O seu repertório operático inclui, entre outros, os seguintes papéis: Azucena em Il Trovatore (TNSC), Carmen (Operafest), Santuzza em Cavalleria Rusticana, Eboli em Don Carlo, Concepcion em
L’Heure Espagnole, Ulrica em Un ballo de Maschera, Madame Flora em Médium (Operafest), Preziosilla em La Forza del Destino (TNSC), Jocasta em Oedipus Rex, Suzuki em Madame Butterfly, Ježibaba em Rusalka (Valladolid), Mother Goose em The Rake's Progress, Tisbe em La Cenerentola, Sorceress, em Dido e Eneias, Maddalena em Rigoletto, La cieca em La Gioconda (Valladolid, Espanha), Giano em Il Trionfo d’Amore, Dianora e Elisa em La Spinalba; 3ª Dama,
em A Flauta Mágica (Festival de Wexford), Dorabella em Cosi fan Tutte (Gulbenkian), Baronesa, em Chérubin, Madame de Coigny e Madelon em Chènier (TNSC), Madame de Croissy em
Dialogues des Carmélites, Zanetto, na ópera homónima de Mascagni (Opera Holland Park), Carmella, em La vida breve (Festival de Tanglewood); Marcellina, em Le Nozze di Figaro (Gulbenkian), Mrs. Quickly e Meg em Falstaff (Woodhouse, Londres), Siébel em Faust (TNSC),
Tulipa em O Rapaz de Bronze de Nuno Côrte-Real, Mme Giry em The Phantom of the Opera, Mother em The Monster in the Maze de Johnathan Dove, Severa na Opera do Malandro de Nuno Côrte-Real. Brízida Vaz e Morte em A Triologia das Barcas de Joly Braga Santos. Maria da Fonte de Augusto Machado. Faustina Balão em O anel do unicórnio de Martim Sousa Tavares.

Integrado na Associação Ecos do Passado, é o único coro sinfónico residente no distrito de
Coimbra. Constituído por cerca de 70 elementos, o Coro Sinfónico Inês de Castro é um coro
comunitário, orientando-se por objetivos musicais, educativos e socioculturais. Organiza,
anualmente, o CICLO DE REQUIEM DE COIMBRA, uma iniciativa cultural e musical única no
país, associada à organização de grandes concertos corais sinfónicos, de música erudita
clássica e contemporânea.
A sua direção artística, desde a sua fundação, em 2012, está a cargo do Maestro Artur Pinho
Maria. Marca cultural da cidade e da Região Centro de Portugal tem reunido, desde 2013 em
Coimbra, dezenas de orquestras, coros, maestros e solistas, marcando também a sua
presença em várias cidades do país. Do seu reportório fazem parte algumas das mais
emblemáticas composições corais sinfónicas de música erudita clássica, nomeadamente
Requiem (Mozart -gravado em CD e DVD), Messa da Requiem (Verdi), Petite Messe
Solennelle (Rossini), 9a Sinfonia (Beethoven), Ein Deutsches Requiem (Brahms), Israel no
Egipto (Handel), Missa de Glória (Puccini), Oratorio de Noël (Saint-Saëns),
The Armed Man – A Mass for Peace (Karl Jenkins), Carmina Burana (Carl Orff). Desde 2021,
tem interpretado obras de compositores vivos contemporâneos, como é o caso de Requiem
por un Vivo (José Pablo Serrano) e Requiem for the Living, Jubilate Deo e LUX, três obras de
Dan Forrest. Tem divulgado e interpretado obras de compositores portugueses, como
Requiem à Memória de Camões (Bomtempo), Magnificat em Talha Dourada (Eurico
Carrapatoso), Requiem para Inês de Castro (Pedro Macedo Camacho), Pietà (Eugénio
Rodrigues), Cantata Gnóstica (Jorge Salgueiro) e TORGA (Leonor Abrunheiro). Estas duas
últimas foram estreias absolutas, tal como a obra Caligaverunt Oculi mei, do compositor
espanhol José Pablo Serrano.
Em 2022, o Coro Sinfónico Inês de Castro celebrou o 10o Aniversário, cuja comemoração foi
assinalada com vários eventos, incluindo o lançamento do CD/DVD da obra Requiem de
Mozart, gravada ao vivo na emblemática Igreja da Rainha Santa Isabel, em Coimbra

O coro Voces Verbi, foi fundado em 2022 e conta com elementos de vozes masculinas
oriundas de diferentes cidades.
Um dos objetivos da criação deste coro é o de levar a música sacro-litúrgica a um ponto
de excelência, interpretando obras já existentes e outras compostas para o grupo.
O seu percurso conta com apresentações em concertos e missas. De salientar, igreja de
Arco de Baúlhe, pertencente ao município de Cabeceiras de Basto, Igreja de Torre de
Moncorvo, Igreja de São Nicolau de Mazarefes, pertencente a Viana do Castelo, igreja
dos Clérigos, no Porto, Santuário de Santa Rita, em Ermesinde, Igreja Matriz de Joane,
Famalicão. Participou no X Encontro de Música Coral da Póvoa de Varzim, organizado
pelo grupo Capela Marta e no 47º Festival Internacional de Música de Paços de Brandão,
organizado pelo CIRAC, Círculo de Recreio, Arte e Cultura de Paços de Brandão.
Além de concertos a solo, participam em celebrações com outros coros, destacando a
Schola Cantorum Colegiada de Cedofeita sob a direção do maestro Nuno Almeida.
Participou no Vocal Art Choir Competition, um concurso de coros realizado em Paços de
Ferreira, obtendo o 2º lugar na classificação.
Neste ano 2024, conta com dois concertos importantes a realizar no Santuário de Fátima,
no IX Concerto Evocativo dos Três Pastorinhos de Fátima partilhado com o organista
titular da Basílica de São Pedro, em Roma e em Vigo, no IIº Ciclo Música Antiga "Ai
Ondas".
Interpreta obras, passando por diversos tempos da história da música, começando no canto
gregoriano até à polifonia do século XXI

Maestro e Violinista natural do Porto, Portugal, onde iniciou os seus estudos musicais aos 4 anos de idade. Estudou no Chicago College of the Performing Arts, da Roosevelt University, como bolseiro do Ministério da Cultura e da Fundação Gulbenkian, onde estudou com Shmuel Ashkenasi. Foi membro da Civic Orchestra of Chicago. Vencedor dos prémios: 1o Prémio da Juventude Musical Portuguesa, o 1o Prémio no Concurso Jovens Músicos (nível superior) e o Prémio de Interpretação Maestro Silva Pereira.
Actuou em Portugal, Espanha, Brasil e Estados Unidos. Como solista, apresentou-se com as Orquestras Filarmonia das Beiras, Sinfónica Portuguesa, Orquestra Nacional Porto, Orquestra do Norte e Filarmónica de Rzeszow Polónia.
Gravou os concertos de Tchaikovsky e Paganini para a RDP – Antena 2, assim como a Tziganne de Ravel e a Sonata de Richard Strauss. Foi concertino da Orquestra do Norte.
Seguiram-se estudos de aperfeiçoamento em direcção de Ópera em Italia, na Spazio Musica, com Giuseppe Finzi e Vittorio Parisi. Do seu repertório constam as Óperas, La Cenerentola de Rossini, L’Elisir d’Amore de Donizetti,
Falstaff e Il Trovatore de Verdi, e Tosca de Puccini.
L i c e n c i a d o e m D i r e ç ã o M u s i c a l
pelo Conservatório Superior de Música de
Gaia, sob a orientação do Maestro Mário
Mateus, Artur Pinho Maria estudou com Anton
de Beer, Edgar Saramago, John Roos, Vianey da
Cruz, Jean-Marc Burfin, Peppe Prates, Vasco
Pearce de Azevedo, José Luís Borges Coelho,
Ivo Cruz, António Vassalo Lourenço e Ernst
Schelle.
Foi diretor ar tístico e maestro titular
da Orquestra Clássica do Centro, tendo ainda
dirigido, como maestro convidado, a Orquestra
Filarmonia das Beiras, Orquestra do Norte,
O r q u e s t r a o p . 2 1 ,
Orquestra ESPROARTE, Orquestra Clássica
do Centro, Orquestra Filarmonia de Gaia,
Orquestra da Fundação Conservatório
Regional de Gaia, Orquestra Clássica da
Madeira, Orquestra da Ópera na Academia e
na Cidade e Orquestra do Atlântico.
É maestro titular e diretor artístico da
Orquestra Inês de Castro e administrador
do Movimento Musical Cooperativo.
Durante toda a sua carreira profissional foi
maestro de diversos coros académicos e de coros
regionais.
É maestro titular e diretor artístico do Coro Sinfónico Inês de Castro, do orfeão de Vale de Cambra
e do Orfeon Académico de Coimbra.
Enquanto maestro convidado dirigiu diversos coros, dos quais se destacam Ensemble Vocal Pro
Musica, Coro do Departamento de Música da Universidade do Minho, Coro Académico da
Universidade do Minho, Coro de Câmara de Amarante, Coro dos Antigos Orfeonistas da
Universidade de Coimbra, Coro Municipal Marquês de Pombal, Coral de Sant’Ana, Grupo Coral
de Maçainhas, Coro Médico de Lisboa, Nova Era Schola e orfeão Tomás Alcaide.
Internacionalmente, dirigiu a Orchestra Filharmonii Podkarpackiej (Polónia), a Orchestra Sinfonica
Città di Grosseto (Itália), e Coro e Orquestra Voices International (Luxemburgo).
Dirigiu ainda em várias cidades europeias em digressões dos coros em que é maestro titular. Foi Júri
do concurso Sergey Kussewitzky International Conducting Competition (Itália, 2023).
Entre 2015 e 2020 foi assistente convidado do Departamento de Música da Universidade do Minho.
Das gravações editadas, destaca-se a primeira gravação integral dos cadernos I e II de ‘Fernando
Lopes Graça – Canções Regionais Portuguesas’ (2007), a gravação em CD/DVD da estreia mundial do
Requiem Inês de Castro, de Pedro Macedo Camacho (2012), e Requiem de Mozart com o Coro e
Orquestra Sinfónicos Inês de Castro (2021).
Foi ainda responsável por diversos cursos de direção coral e classes de aperfeiçoamento de técnica
vocal, nacional e internacionalmente. É responsável, juntamente com o maestro Edgar Saramago, pelo
Curso de Direção Coral e Técnica Vocal de Vila Franca de Xira, desde a primeira edição. É professor
titular da recém-formada APM Schola.
Rodrigo Oliveira iniciou os seus estudos musicais no Centro de Cultura Católica
do Porto em 2006, no curso de música litúrgica que abarca a classe de piano e o
instrumento principal, órgão. Depois de um interregno nos estudos decide prosseguir
estudos na Universidade do Minho, no curso de Direção Coral na classe do professor
Artur Pinho Maria e Pedro Neves. Terminando apenas o primeiro ano de licenciatura, os
estudos continuam na Universidade de Aveiro onde termina a licenciatura em Direção,
Teoria e Formação Musical na classe de direção dos professores e maestros Vasco
Negreiros e António Vassalo Lourenço. Concluiu, em 2026, pela Universidade do Minho,
o Mestrado em Ensino de Música na vertente de Direção Coral e Instrumental e Formação
Musical, na classe de direção coral do professor e maestro Vítor Lima.
Como instrumentista realizou alguns concertos de órgão, aquando dos seus
estudos, destacando o recital final na Sé Catedral do Porto.
Como pianista acompanhador, teve experiência a acompanhar instrumentistas e
cantores ao longo da sua licenciatura, exercendo funções na Academia de Música de
Paços de Brandão e atualmente, no Centro de Cultura Musical/ARTAVE.
Atualmente é professor de piano, formação musical e classe de conjunto na Escola
de Música da Paróquia Nossa Senhora da Boavista. É presidente da Associação Musical
e Educativa da Boavista (AMEB), acumulando a função de diretor pedagógico. É,
atualmente, professor de Coro no Centro de Cultura Musical/Artave.
Na área de direção coral, é diretor artístico e maestro do coro Voces Verbi, um
coro de vozes masculinas, do coro Almagraham, um coro de vozes mistas, do Grupo Coral
da Igreja dos Pastorinhos, pertencente à Paróquia de Nossa Senhora da Boavista.
Com o Coro Voces Verbi, na participação no Vocal Art Choir Competition, obteve
o prémio de Melhor Maestro e o 2º lugar da competição com o mesmo cor

E24

Inscreva-se para receber informações da nossa parte sobre ofertas especiais, promoções e eventos.